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9th-Jan-2014 12:00 am - [sticky post] [revived] 30 day OTP challenge ;
jenny in red ;
Challenge I took from Tumblr (Holy Tumblr). Initially, it was supposed to be a drawing challenge but writing will be so much more fun, especially for non-drawing-skilled people like me. For the ones interested, the fandom is Beauxbatons, the RPG, and the pairings are initially the following:

  • Videl and Mario

  • Vénus and Murilo

  • Eshley and Marcelo

  • Damian and Caitlin

According to the rules, "feel free to interpret the prompts any way you like! That’s what it’s about!" On the following days, I am to write the OTPs as listed below.

OTP Prompt ListCollapse )

Hope some of you enjoy!
13th-Jul-2015 02:46 am - koizora ;
mario ;
"Olha!" Mario tirou as mãos de sobre os olhos da menina, incrivelmente feliz para alguém tão cheio de hematomas. Ali, sobre o verde do Vale Sagrado, uma bicicleta os aguardava. Videl o encarou, sem compreender. Ele gesticulou abertamente, sorrindo como se não houvesse amanhã. "É uma bicicleta! Eshley me emprestou. E eu coloquei um feitiço pra acolchoar isso aqui, então deve estar bem macio."

"Você me trouxe aqui... pra mostrar a sua bicicleta." Ela deixou que a cabeça pendesse um pouco. Delicadamente, Mario pegou a mão esquerda da oriental, de frente para a ela, sua própria esquerda acariciando a bochecha da menina.

"Eu sei de uma coisa que deve te deixar mais feliz."

"Eu não estou mais chateada, Mario. Fiz tudo errado, mesmo. Eu mereci."

"Não é verdade, ragazza. Lembre que conheço você desde que você chegou aqui." Ele a beijou, calmo e terno. "Também lembro de tudo o que você já quis fazer, então vem."

Ele sentou no selim esguio, convidando-a a se acomodar na parte de trás. Mantendo a bicicleta segura em terra, Mario pegou as duas mãos de Videl e fez com que ela o abraçasse. Sinceramente, suas costelas ainda não estavam completamente cicatrizadas e o grande hematoma em sua barriga sequer desbotara para o amarelo, mas ele não poderia se importar menos. Ela hesitou, como se soubesse, mas o loirinho manteve-a ali até que tivesse certeza de que ela não se afastaria. Quando Videl finalmente relaxou contra suas costas, ele colocou as mãos no guidão. Ele pôde senti-la sorrir quando ela fez a pergunta:

"E para onde vamos?"

Ele sorriu mais uma vez. "Nós vamos voar."
2nd-Jul-2015 03:04 pm - tra l'aldilà e il mio nido ;
jenny in red ;
He leaped up, breathing unsteadly and raking his hand through his hair. He could feel the sweat running cold on his back, pooling around the waistband of his boxers. A soft, shivering tremble rippled from his shoulder down and ran up his body again. Videl, by his side rubbed her eyes in a quiet, child-like way while trying to look at him past the sleepiness.

"What is it, hm?"

"Nightmare." He took a deep breath in and lay down again. His fist clenched and he turned his back to her. He couldn't face her. She had already seen him being that guy, the one he didn't want to be. Now she'd have to live with that man. A murderer. A cold-blooded murderer. His shoulders hunched and he curled up to a fetal position, incapable of staring at her. "Go back to sleep, ragazza."

Her hand touched his naked shoulder, sliding until she reached his waist, snuggling her body up against his. Her cold little nose touched his back and his heartbreakingly held her hand. Mario felt when she stretched and tried her best to curl up against him, given the height difference (Videl was 4'12" while he was 5'10"). He towered in front of her but she didn't mind.

"You know that I was the one supposed to hold you and protect you", murmured he blandly, caressing her hand.

"I know. And you did, so now it's my turn."

"Videl..."

"I don't fear you. I never will, Ma. You're too kind to be cruel."

"How can you?"

"I'd have done the same." Her lips gently touched his back, dropping slow, little, kind kisses from his neck down on his spine line. She held him so close and so tight then that Mario felt her short, thin nails carving tiny crescent-shaped marks on his skin. He didn't care. He needed it. He needed her. She had been the whole reason, she had always been all of his reasons. Her breath caressed his shoulders in cool puffs, rhythmically oscillating, inanely soothing. "I know you are not a murderer, Ma. It was an accident. They were after us, they were after all that we are, all that we have. It was not your fault."

Mario couldn't find it in himself to disagree with her, although he didn't even know if he wanted to. She started humming a Japanese lullaby, the quiet melody reverberating inside him. He felt himself drifting into sleep with tiredness and hurt, but he'd be ok. He had her and as long as they were together, he knew that they could make everything ok.
mario ;
"Você precisa mesmo trancar a porta?"

Ela quase riu. "Minha casa, minhas regras. Não gosto de ter você aqui."

"Não gosto de ter você trabalhando naquele Maid Café."

"Mas você não me possui." Ela era enervante, pra dizer o mínimo. "Fique quieto."

Videl saiu, trancando a porta com um feitiço do qual Mario nunca ouvira falar. Ele tentara destrancá-la no dia anterior, sem sucesso. Sabendo então que ele nunca sairia dali sem a permissão dela ou sem se matar no processo, ele puxou um espelho de seu bolso e expirou o nome da irmã nele. A face sorridente fitou-o após alguns segundos, saudando-o com alegria desvelada.

"Ciao, cara." Ele sorriu para ela também. "Mi dispiace non poter trovarti oggi... Videl m'ha chiuso dentro la sua stanza."

"Come lei stessa." Caitlin riu, delicada. "E ti sta uccidendo tutto dentro essere insieme a lei, no?"

Ele se manteve em silêncio por um momento. Não era bem assim, e Caitlin o sabia. A morena não era idiota.

"L'amo ancora, Elisa", suspirou ele.

"E lei? Che ne dice?"

"Sta appunto per tagliarmi fuori la testa." Ela riu frouxo, do outro lado do espelho. "E tu ridi perché non succede a te! La voglio trattenere e lei non mi lascia starle meno di due metri vicino! Lei m'ha picchiato!"

Caitlin não conseguia mais parar de rir. Atrás dela, Damian perguntara o que estava acontecendo, sendo respondido entre risos e cedendo ele próprio a eles. Muito bacana que o sofrimento de Mario divertisse alguém... Pena que não pudesse compartilhar ele mesmo de tal diversão. Com um pigarro, ele buscou a atenção da irmã novamente.

"E allora?", perguntou, cético.

"Vuoi che andiamo a prenderti? Non ci credo proprio. Lascia stare, ragazzo, lei fra un po' si stancherà di averti lontano."

"Elisa, ho delle riunioni. Devo uscire per forza."

"Falla sapere."

"Tu non verrai a riprendermi?"

"Amore. Piccino. È la tua ragazza. Sii furbo, Angelo. Lei può riprenderti molto meglio di me."

Dito isso, Caitlin cessou a conexão. Emputecido, Mario largou o espelho e se deixou cair na cama. Inutile. Às vezes, ter Elisa como irmã era mais inútil que não ter irmão algum. Ela não fazia questão nenhuma de ser de grande ajuda agora; segundo seus melhores palpites, ele estava onde deveria estar. Mario reprimiu uma risada sarcástica. Ah, sim, claro. Exatamente onde devia estar, com uma ex-namorada doida de carcereira e sendo tratado a peixe cru. Realmente, exatamente onde deveria estar. Resmungando, ele tirou a roupa, deitando nu em pelo sobre o colchão. O quarto estava quente e em poucos meses sem Videl ele se acostumara a não deitar-se vestido. A casa onde estava era, afinal, pouco tradicional, com portas de madeira e camas altas; uma vez mais, Mario agradeceu o fato. Se tivessem paredes de papel de arroz, o Aoki pai já o teria visto e dali para o cemitério seria um pulo.

Entediado, ele se deixou cochilar enquanto esperava que Videl voltasse com o café da manhã. Quando a porta se abriu, ele se resignou a, com o pouco barulho, virar-se de costas para ela. Não estava preparado para ouvir a oriental gritar seu nome, ainda mais naqueles tom de voz e volume. Pego de surpresa, ele se sentou, passando as mãos pelos cabelos e esfregando os olhos antes de encará-la.

"Vai se vestir!", exclamou Videl, a voz aguda de acanhamento.

"Ei, ei, ei, você que disse que eu podia ficar confortável." Ele estreitou os olhos, observando-a corar, e bocejou. "Esse é o café?"

À menção e sinalização da bandeja que Videl carregava, a garota pousou-a na cômoda perto da porta, como se se tivesse queimado, e fechou a porta atrás de si. Mario ergueu-se, despudorado.

"Ai, meu Deus, cubra-se!" Ágil, ela arremessou a peça de roupa mais próxima - um par de calças de moletom - direto na cabeça do loiro. Com o rosto escarlate de vergonha, apenas meio concentrada no que o loiro fazia, Videl perdeu a rápida aproximação dele, que enfiou as calças em tempo recorde. Os dedos de Mario, ainda que embrutecidos pela Máfia, acharam as costelas incautas da menina, refestelando-se ali num desenrolar de cócegas que a fez sair da vergonha às risadas altas em segundos. Acreditava que estavam sozinhos, ou ela não estaria rindo daquela maneira. Por um momento, Mario esqueceu a fragilidade da situação entre eles e deixou que ela se virasse a ele, arfante e quente pelo exercício, estreitada pelos braços ainda descobertos do italiano. A imagem causou-lhe um acesso doloroso de ternura, sendo assim sem segundas intenções que ele baixou o rosto, murmurando quietamente:

"Senti falta dessa risada como sentiria do ar, ragazza." Ele afrouxou o abraço, também ele arfante, também ele afogueado, a mão deslizando e buscando a face delicada a poucos centímetros da sua. Por um momento, Mario achou que conseguiria tocá-la, quando Videl espalmou as mãos em seu peito. Tão logo como veio, porém, a sensação passou; Del empurrou-o firmemente, escapando para a porta na velocidade da luz.

"Eu já comi", disse ela, ainda vermelha. "Pode ficar com tudo. Depois em pego a bandeja."

Mario duvidou do que ela dizia ao verificar que havia duas xícaras de café sobre a cerâmica decorada. Nada pôde dizer, porém, antes que a menina abrisse a porta e fugisse. Resignado, ele tomou o café e comeu, recolhendo-se à cama novamente depois para continuar seu cochilo. Quando, dessa vez sem fazer ruído algum e encontrando o garoto com a parte inferior do corpo propositalmente coberta, Videl voltou ao quarto, descobriu sua metade da bandeja parecendo ainda intocada. O café e as broinhas estavam ainda quentes, mantidas assim por meio de uma magia sutil. Delicada, ela pegou a xícara fumegante e virou-a algumas vezes até encontrar o ponto onde sempre bebia. Ela não tinha como saber, embora no fundo sentisse, que colocara seus lábios no mesmo lugar em que os de Mario haviam estado.
25th-Apr-2015 02:46 am - senza scappare mai più ;
mario ;
There was a very soft, brief noise when she took off her shoes and put them aside before getting into the room. His eyes popped open when he heard her voice, sweetened by her mother language

"Tadaima! Hikari-nee-sama? Chichiue?"

She was looking from one side to another, slowly trying to find those who were supposed to be there. They were not anywhere around, Mario had taken good care of it for her. They were in an outstanding need for privacy, so he'd make it happen whether she wanted it or not. His back was facing the door while he sunk in the office chair, willing to make quite an entrance.

"Okaeri, Videl." The girl went pale as he turned the chair. He smirked. "What? Isn't that the way you salute each other? I've tried to learn it."

Slowly, she let go of her bag, her face shading in hostility. "What are you doing here?"

He ignored her completely. "You were with him, weren't you?"

She folded her arms. "It's none of your business." Videl turned to the door while Mario got up, taking swift strides to get closer to her. "Hikari-nee-sama?"

"Your friend's gone." He smiked meanly. "I've asked her to leave for a moment."

She put the hand on her wand. "You're not welcome here."

"I'm aware of it." He cast an 'Expelliarmus' before she could move. His wand was on his pocket, held by a wool-sheated hand. He started to press her against the nearest wall and she looked everywhere to try to escape. "We need to talk."

"No, we don't." She dodged and tried to go through the door, but Mario closed it with a spell. She turned to him. "I'll hit you. If you come any closer, I swear I'll hit you."

He didn't believe it, so it was surprising to feel the sting of a punch right below his ribcage, on his side. He felt his diaphragm stutter and lost his breath for a while, recovering enough of it to hold Videl by her ankle. She screamed when she fell and tried to kick him away, but he pulled out the wand, forcing her to get closer to kick it out of his hand. Mario cursed under his breath once and then again when Videl missed his cheek by half an inch, hitting him hard on his shoulder.

"Would you fucking stay still?!", shouted he, embracing her left knee with an arm and immobilizing her right leg with the other.

"No!" She sat down and started hitting him wherever she could, partially unwilling to knock him out. She just wanted him to let her go!

With a leap, he obeyed her wish when her fist hit his nose. He started bleeding but he managed to stumble up to his feet before she did - he had hurt her knee pretty badly. Rather carefully, he tackled her down on the mat, taking advantage of her startle to trap her hands and lower body and cover her mouth with a blood-stained hand.

"Now you listen to me, Aoki." Her eyes widened. He had never called her by her last name. "We are going to work together now. You can check it with your father cause I'm sure that your badass bff failed to tell you so, but we will. Now shut up and listen to me or else I'll tie you up. Have I been clear?" She nodded unwillingly. "Good. So I'll let go of you and you can get your wand back and let me brief you on the case." He got up and offered her a hand. "By the way, it's good to see you again, ragazza."

Finally.
16th-Dec-2014 09:19 pm - sedicenni ;
mario ;
As mãos de Mario eram sensíveis nas costas da oriental. O algodão fino amarfanhava-se enquanto ele apertava-lhe os músculos, cutucando-os delicadamente abaixo das escápulas, dedos lutando para se enterrar na pele macia sob o tecido. Sob seu toque vagamente profissional, Videl estremecia. Estava muito tensa com as provas, e Mario acabara dando-lhe uma surra no treino só porque ela estivera distraída demais para impedi-lo. Ele já havia pedido que ela tomasse um banho e agora aproveitava que o pai dela não estava na Ilha no dia para tentar relaxá-la. O quarto de Videl na casa do pai não era rosa e infantil; ele crescera junto com sua dona. Isso evitava que Mario se sentisse um estranho completo ali. Seminu, as pernas musculadas envoltas num pijama razoavelmente grosso, Mario repousava um joelho de cada lado do quadril de Videl e tentava ignorar quando ela se arrepiava. Estavam já com dezesseis anos. Eram as férias de verão e Mario estava radiante por ter sua namorada de volta, depois da missão louca e do afastamento enquanto lidavam com Momoko, Kuuya e os outros. As brigas haviam diminuído; a paixão, não. Ele se mantinha quieto, tentando fingir que seu corpo não reagia à proximidade com o dela, concentrando-se na massagem à qual Del era refratária. Com um suspiro, suas mãos deixaram as costas tensas e delicadas dela.

- Vou sair, ok? Isso não tá funcionando. - Videl balançou a cabeça e ele se abaixou para beijar-lhe o ombro direito, coberto. - Amore... ragazza mia, você não está me deixando encostar em você desde aquela noite. Eu não sei o que fazer agora. Você prefere que eu me afaste? - Ela negou novamente. Suas bochechas estavam tão vermelhas que pareciam queimar. - Então confie em mim. Não posso relaxá-la se você não deixar.

Videl pareceu ponderar por um momento, antes de proferir um "ok" muito baixinho e puxar a blusa pela cabeça. Mario tomou cuidado para não observá-la; seus dedos voltaram à pele nua quase automaticamente. Ao contrário dele, Videl tinha poucas cicatrizes, mas ele pôde ver um hematoma razoável nas costelas da garota. Puxando a varinha, ele murmurou um "Episkey", ao que Videl sorriu e relaxou um pouco. Deus do céu, ela era linda. Mario sentia-se quase mal por desejá-la tanto. Eles haviam conversado muito pouco a respeito, mas ela admitira que não queria ainda. Mario havia questionado os motivos, sem sucesso, e talvez por isso ela estivesse tão arisca. Mais uma vez, sentiu-se burro. Suspirou.

- Del - chamou ele, pouco mais alto que um murmúrio.

- Hm? - Ela virou o rosto, impelindo-o a se curvar de novo. Suas mãos deslizaram pelos ombros da morena e ele deixou seu tronco pairar a centímetros de suas costas.

- Você tem medo que eu te force a ir pra cama comigo?

A pergunta pegou a oriental desprevenida, fazendo-a se virar tão rápido que sua cabeça quase acertou o nariz do italiano. Os reflexos aguçados o salvaram; ela puxou a camiseta para se cobrir e o encarou com olhos do tamanho de pires.

- Por que eu teria medo disso?! - retrucou ela, chocada.

- Del. - Ele segurou o rosto da garota com as duas mãos. - Eu. Amo. Você. Eu te conheço, e você está insegura. Sei que o fato de eu querer você ser tão óbvio, mesmo fisicamente, é desconcertante. - Ela ruborizou, mas ele não parou. - Eu não sei controlar o que acontece aqui embaixo - admitiu ele, pesaroso -, mas controlo o que faço com isso. Quero que você saiba, fanciulla, que eu nunca vou forçar você a nada.

- Mario, você tá me constrangendo - murmurou ela, tentando esconder o rosto nas mãos do italiano.

- Não, Del, isso é importante. Isso é um dragão albino no meio deste quarto, e nós temos que falar a respeito. - Ele a soltou. - Eu vou esperar até que você queira. Isso pode ser até depois que a gente se casar, não importa. Temos muito tempo, Del. Nunca mais vou me separar de você.

Ela sorriu e assentiu, fechando os olhos por um momento. Mario estava sendo sincero. Não seria capaz de pôr o amor de Videl em risco novamente. Delicadamente, ele a beijou, deitando-a novamente na cama, ficando longe do corpo feminino. Ela abraçou-o pelo pescoço, puxando-o para perto; ele esperava que não se animasse muito. Com uma série de selinhos, eles partiram o beijo. Mario escorregou, ficando meio de lado, meio por cima de Videl. Seus dedos traçaram uma linha do queixo ao colo nu da garota, mas não adiante. Videl estremeceu, fazendo-o sorrir.

- Você também sente isso, não é?

Ela o encarou, séria, e ergueu uma sobrancelha. - Não pense nisso como um convite, Pimmano.

- Nope, nope - disse ele, ainda sorrindo. - Só estava me certificando, sabe, para o futuro. - Ela lhe deu um tapa no ombro, mas nem isso fez com que o sorriso o deixasse. - Agora, volte à posição, signorina. Deixe-me terminar as suas costas com a certeza de que a sua pureza permanecerá intacta.

Videl não pôde evitar rir a esse comentário, mas obedeceu-o mesmo assim. Enquanto massageava a mulher de sua vida, Mario deu graças aos céus por ela estar relaxada e aquele dragão, ao menos daquela vez, estar finalmente fora da sala.
15th-Oct-2014 10:38 pm - love in love ;
eros ;
How careless the human
That in the search for love settles for love for it is love
Not for it makes you love
And be loved in return

How careless the human
That in the search for love settles for love not for it is love
But for it has it so that you can be loved
And love in return

How careless the human
That in the search for love settles for nothing but love
For it is love and it hurts
And makes you hurt in return
2nd-Sep-2014 05:30 pm - loquace ;
jenny in red ;
Mario meneou a cabeça em negação mais uma vez. Não conseguia acreditar na falta de sorte. Os professores nunca eram muito exigentes com as duplas, menos ainda com a obrigatoriedade de que elas se revezassem, mas daquela vez, justo daquela única vez em que os quatro estavam juntos, um milagroso dia em que todos haviam decidido não faltar aula e, mais que isso, haviam levado seus livros e cadernos e poderiam portanto participar de tudo sem ressalvas, o professor de Feitiços decidiu mudar as duplas. Mario, no auge de seus quatorze anos e ainda razoavelmente confuso no que estava se tornando seu novo relacionamento com Del, adoraria poder passar mais algum tempo junto da garota, como tradicionalmente faziam; mas seu professor decidira pareá-lo com Chloé e deixar Videl e Adrien que se bicassem. Qual era o resultado da empreitada? O jovem Pimmano estava andando pelos corredores de Beauxbatons de boné. Boné, sim, para esconder a barbeiragem que sua prezada amiga ("ex-amiga", pensou ele furiosamente) fizera. A seu lado, Videl ainda ria.

- Ela fez de propósito, Del. Você sabe que foi.

A oriental não conteve o alargar do sorriso.

- Mario, não seja ranzinza. Veja, não é tão ruim. - Ela passou os dedos pelas orelhas escuras que se erguiam, apontando para o alto, no topo de sua cabeça, perfeitamente alinhadas com as naturais. Eram felinas: pequenas e da cor do cabelo de Videl, com um interior acastanhado, quase ruivo, que perdia cor gradualmente até revelar um interior róseo, frio e fino. - Eu estou escutando melhor, sabia? E elas são macias.

O loiro não conseguia desprender-se do azedume que se instalara nele.

- Mas você é uma garota, uma garota muito bonita, por sinal. Obviamente qualquer coisa fica linda em você. Agora, isso aqui? - Ele retirou o boné, revelando um par de orelhas caídas, felpudas e grandes, que se mesclavam com seu cabelo, obviamente inspiradas em algum cão retriever dourado. Pessoalmente, Videl as adorara. - Isso aqui nem para ouvir não me serve. Até agora, só senti dor de ouvido.

Videl riu brevemente, subindo rapidamente e atirando-se num dos sofás do Salão Comunal deserto. Emburrado, Mario deixou-se despencar como uma fruta madura a seu lado.

- Não seja bobo, Ma - murmurou a garota, afagando-lhe os cabelos. - O efeito do feitiço vai passar em algumas horas. Você com certeza é homem o bastante para aguentar um pouquinho.

- Não sei por que você se recusa a me ajudar a desfazer isso. - Seu olhar foi acusatório, de sobrancelhas franzidas e lábios cerrados.

- Primeiramente, porque é muito trabalhoso. Em segundo lugar, porque eu gostei. - A pequena mão de unhas ovaladas escorregou para a base da felpuda orelha macia, demorando-se ali. Mario sentiu seu corpo relaxar imediatamente. - Você faz uma cara muito estranha quando eu faço isso.

- Aham, aham. - Mario não raciocinava direito, concentrado que estava na sensação deliciosa que era ter os dedos de Videl acariciando-o daquela maneira curiosa e pudica. - Estranha, é, aham.

- Mario Pimmano, você não está se deixando dominar pelo instinto subserviente de um golden retriever neste exato momento, está?

A pergunta era descabida e Videl bem o sabia, já que era possível perceber, só de encarar Mario, que ele estava se achegando àquele afago otológico um pouco mais que o necessário.

- Não... - Ele sorriu, voltando os olhos azuis à garota, decididamente derretido. - É porque é você.

Videl meneou a cabeça em negação, sorrindo mais por dentro que por fora. - Bobo.

Ele assentiu sem pudores. - Sempre. Com você, sempre.
31st-Aug-2014 10:21 pm - storyteller ;
hope and sweet ;
I write stories for a living.

I tell stories for a life.
21st-Aug-2014 12:16 am - ...
hope and sweet ;
When a book feels like home, everything else becomes just else.
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